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Coronavírus veio ajudar a criar uma Grande Depressão?

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Os economistas já previam que uma nova crise financeira iria acontecer, só não sabiam quando!

A Grande Depressão de 1929, considerada o pior e o mais longo período de recessão económico do sistema capitalista, teve como o seu grande catalisador o súbito e fulminante colapso bolsista.

Será que a pandemia causada pelo Coronavírus “Covid-19” veio desencadear uma nova Grande Depressão, a nível mundial, em 2020?

Qual será o papel da Bitcoin e das criptomoedas neste cenário?

Fique para saber!

É um facto conhecido que a economia mundial gira à volta do dólar americano, muito devido ao acordo estabelecido na conferência de Bretton Woods, em 1944. Desta conferencia, que reuniu as 44 nações aliadas, resultou o Sistema Bretton Woods, estabelecendo as regras para as relações comerciais e financeiras entre os países mais industrializados do mundo.

Este acordo veio criar as regras para as relações comerciais e financeiras entre os países mais industrializados do mundo. O acordo de Bretton Woods foi o primeiro exemplo, na história mundial, de um sistema monetário totalmente negociado, tendo como objetivo governar as relações monetárias entre Nações-Estado independentes para facilitar as transações mundiais.

Como nessa altura os Estados Unidos eram o país com maior reserva mundial de ouro, o acordo permitiu-lhes de algum modo ditar as regras.

A obrigação de cada país era a de adotar uma política monetária que mantivesse a taxa de cambio da sua moeda dentro de um determinado valor indexado ao dólar e, em contrapartida, o dólar estaria anexado ao ouro numa base fixa de 35 dólares por onça.

Este processo acabou por trazer confiança a todas as moedas, e dar estabilidade económica ao mundo, permitindo ao comércio mundial explodir. Mas ao mesmo tempo amarrou todas as moedas ao dólar americano, cujo valor, em contrapartida, era reservado pelo ouro. Era o início do processo do “US Dollar Standard ”!

Em 1971, o presidente dos Estados Unidos Richard Nixon, suspendeu unilateralmente o acordo de Bretton Woods. Foi cancelada a troca directa de dólares por ouro, tornado o dólar uma moeda fiduciária (ou seja, sem nenhum valor intrínseco, dependendo o seu valor da confiança que as pessoas têm em quem emitiu o título, neste caso governos e bancos).

Os países ficaram então livres para escolher qualquer acordo de câmbio para a sua moeda, exceto atrelar o seu valor ao preço do ouro.

Poderiam, por exemplo, vincular o seu valor à moeda de outro país, ou a um conjunto de moedas, ou simplesmente deixá-lo flutuar livremente e permitir que as forças do mercado determinassem o seu valor em relação às moedas de outros países.

Como o dólar americano foi a moeda de troca durante esses 30 anos, é fácil de perceber qual foi a decisão dos outros países!

Sendo o dólar a moeda forte por excelência, muitos países tinham reservas do mesmo, sendo normalmente exigido que as transacções comerciais como o petróleo fossem negociadas com o dólar. É fácil perceber porque Nixon estava confiante de que se continuaria a utilizar o dólar como moeda de referência, e o estatuto de reserva permaneceria apesar da cessação do acordo.

O que se iniciou depois deste evento foi a possibilidade dos bancos centrais poderem imprimir moeda, sem restrições, já que não era necessário indexar o seu valor ao ouro. O início do fim!

A bolha global da dívida

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Em 2007-2008 tivemos uma enorme crise financeira, com início nos Estados Unidos, a que muitos economistas chamam de “Crise do subprime“.

Esta crise foi desencadeada a partir da queda do índice “Dow Jones“, motivada pela fácil e descontrolada concessão de empréstimos hipotecários de alto risco, por vezes alimentados por uma forte bolha imobiliária. Como consequência vários bancos foram arrastados para uma situação de insolvência, com fortes repercussões sobre as bolsas de valores e sistemas financeiros de todo o mundo.

O sério aviso para o que mais tarde viria inevitavelmente acontecer.

Essa crise deveu-se principalmente ao crédito fácil: os bancos dos Estados Unidos começaram a emprestar dinheiro às pessoas, de uma forma desregrada.  

Pessoas com baixos rendimentos conseguiam obter créditos bancários de uma forma fácil, que dificilmente teriam como pagar. Mesmo pessoas desempregadas, sem rendimento nem património, conseguiam ter um crédito aprovado pelo banco para receber um financiamento…

Caso queira saber um pouco mais, sempre pode ler na análise feita aqui.

A verdade é que a economia mundial nunca chegou a recuperar totalmente desta crise, e as lições que deveriam ter sido aprendidas rapidamente foram esquecidas. Os países não param de aumentar a sua dívida tanto interna como externa, a cada ano que passa. Os próprios Estados Unidos seguem na frente desta tendência, e, a cada ano que passa, a sua dívida aumenta consideravelmente.

Como a economia global nunca vai ser capaz de absorver essa enorme dívida, quando o “everything bubble” (bolha de tudo) rebentar, iremos certamente ter uma crise mundial, bem pior que 2008.

A bolha de tudo, refere-se a todas as dívidas criadas à custa do empréstimo mundial ao consumo, e cujos recordes são ultrapassados todos os anos.

Crédito dos estudantes, automóvel, imobiliário e muito mais…

Actualmente temos um mercado mobiliário super-inflacionado, acções super-valorizadas, e empresas a recomprar as suas próprias acções (stock buyback) contraindo divida a taxas muitos baixas, com o objectivo de valorizar cada vez mais as suas empresas e dar grandes bónus aos seus acionistas e gestores. Mas a produção e facturação das mesmas, está a diminuir, o que resulta numa falsa valorização, e numa dívida pouco ou nada sustentada. E cada vez maior.

A economia moderna como a conhecemos hoje, é baseada em nada mais do que especulação e dívida!

A bolsa dos Estados Unidos tem batido máximos históricos a cada ano, desde a última crise. O gráfico do Yahoo Finance mostra o último dia desse recorde, o fundo S&P 500, a 9 de fevereiro de 2020.

S&P 500

Todas as classes económicas e financeiras de um activo, estão a atingir valores históricos de valorização e cotação, apenas à custa do crédito.

A bolha é uma situação na qual o valor de um activo se desvia fortemente do valor intrínseco correspondente desse mesmo ativo. Tal situação pode também ser descrita como uma situação em que os preços dos ativos parecem basear-se numa visão distorcida ou inconsistente sobre o futuro.

A recessão “Covid-19”

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Os governos e bancos centrais querem culpar a pandemia causada pelo coronavírus “Covid-19” pela crise, mas a verdade não é essa.

A situação causada pelo Covid-19 pode ser o acelerador, mas não é o catalisador que criou este colapso geral. A verdadeira culpada é a especulação e a dívida desregrada que permeia o mundo financeiro, com práticas imprudentes de concessão de empréstimo pelos bancos a nível mundial. Empréstimos a organizações, empresas e entidades que na realidade não deveriam ser elegíveis para esses créditos, e que dificilmente conseguirão pagar as suas dívidas.

O que este vírus veio fazer é expor as fraquezas destas políticas económicas, de imprimir dinheiro do nada, de uma forma sem precedentes…

Como esta política keynesiana que defende a intervenção do Estado para solucionar os problemas, estamos a presenciar a constante baixa das taxas de juros para níveis nunca antes vistos.

A Reserva Federal (FED) dos Estados Unidos baixou, este ano, passaram de 1.75 pontos percentuais para 1.25. Poucos dias depois as taxas voltaram a baixar para os 0%.

Nenhum do dinheiro que está a ser imprimido para ajudar os mercados e bancos não está a ser empregue para produzir alguma coisa útil para às pessoas. Está a ser usado sim, para tapar os buracos deixados por este sistema financeiro quebrado.

Perspetiva-se que estes incentivos não parem tão cedo, mas antes pelo contrário, que aumentem.

O surto de coronavírus veio antecipar a recessão mundial e interrompeu as atividades económicas em muitos países. Mas não é o causador da mesma. Poderia ter sido qualquer outra coisa, já estávamos mesmo a caminhar a passos largos para uma recessão, e que agora chegou.

Este pânico que existe nas bolsas mundiais, que estão atingir recordes históricos de desvalorização, não é culpa do vírus, mas sim, da grande bolha financeira que dura há muito “tempo”.

Os motivos para a grande Depressão

As companhias aéreas estão a cancelar voos em massa, os navios de cruzeiro sem clientes, a Disney fechou os seus icónicos parques de diversões, a Apple e Nike fecharam lojas por todo o mundo. As receitas de hotéis estão a cair drasticamente, os restaurantes estão as lutar para manter as portas abertas, tudo isto enquanto as pessoas são aconselhadas a ficar em casa.

Por todo o mundo, as pessoas estão a cancelar viagens…
 
As escolas e empresas estão a fechar portas…
 
As prateleiras dos supermercados estão a esvaziar…

Cidades e países inteiros estão simplesmente a fechar, por causa da pandemia.

Passado alguns meses, se tudo correr bem, as pessoas voltarão gradualmente ao trabalho, e a tentar retomar a sua vida. Mas para muitos isso não vai ser possível, porque já começam a haver despedimentos um pouco por todo o lado. Muitas pequenas e medias empresas simplesmente não vão conseguir resistir, pois não tem capacidade financeira para sobreviver à “tempestade”.

Vamos ver um crescimento no desemprego, empresas a abrir falência, economias de países a ruir.

Alguns exemplos de problemas na economia antes do coronavírus

A Itália tem a segunda maior dívida da Europa, logo a seguir a Grécia. O ‘deficit’ público – de 133,2% do PIB em 2019 – continua entre os mais altos do mundo. Neste momento, 60 milhões de italianos  estão debaixo de uma quarentena apertada. A economia do país está completamente parada. O que pensa que vai acontecer?

A Alemanha está em recessão técnica desde o início do ano. O setor industrial contribui com cerca de 28% do PIB e emprega 27% da força de trabalho alemã. A indústria automóvel, tendo a maior fatia dentro do sector industrial, tem vindo a perder terreno há muito devido à contração da economia mundial e, ao mesmo tempo, a procura de carros eléctricos em detrimento de carros a combustão.

Vendas da Volkswagen na China caem 11% em janeiro. A BMW e Mercedes provavelmente também vão reduzir as vendas de carros em fevereiro. Sabendo que o Covid-19 só começou a ter impacto no início de fevereiro. Acredite, os números vão ser assustadores.

Deutsche Bank é uma instituição insolvente, o banco tinha “49 Trillion” de dólares em exposição a derivados. Tem vindo a despedir e fechar escritórios em vários países. À medida que o Deutsche Bank entra em colapso, pode levar muitos outros consigo. Será que a Alemanha, que já está em recessão, vai socorrê-lo?

Petrodólar, devido ao covid-19, houve uma enorme redução da procura de petróleo pela China, e posteriormente pelo resto do mundo. Abriu-se uma guerra comercial entre a Rússia e a Arabia Saudita, uma simples explicação com vídeo em Inglês.

Toda esta situação fez com que os preços do petróleo entrassem numa espiral descendente, como pode ver no gráfico da yhaoo Finance apresentado em baixo.

Crude oil preços

Os Estados Unidos têm a maior dívida externa do mundo. Internamente, os créditos a estudantes estão fora de controlo, com o crédito automóvel está acontecer o mesmo que aconteceu na crise de 2008 com o crédito imobiliário, a banca continua a conceder créditos sem praticamente exigir condições, e até os desempregados conseguem pedir créditos sem que lhes seja pedido qualquer garantia.

O estado da Califórnia está atravessar umas das maiores crises de desalojados registadas, uma situação nunca antes vista.

Bolsas de todo o mundo tem vindo a registar perdas enormes, maiores que as provocadas pela crise de 2008.

Pode pensar que as manchetes relacionadas com o mercado de ações não estão relacionadas com o que vai afetar as pessoas de todo o mundo. Mas estão…

Os bancos vão começar a sofrer com o crédito malparado, falta de clientes, e gradualmente vão entrar em falência.

Os governos, na tentativa de parar esta hemorragia, vão financial os bancos e empresas.

Inflação e hiperinflação

Os Estados Unidos acabam de anunciar um pacote orçamental de emergência de $5.5 biliões de Euros, que promete cheques para as famílias e outras medidas para aumentar a liquidez do mercado.

A primeira fase foi baixar taxas de juro, até uns históricos 0%, e esta segunda fase vai ser inundar o mercado com moeda, e ligar as impressoras de dinheiro até ao infinito…

Se os EUA adotarem por uma paralisação nacional na escala que se verificou na China, então vamos ver mais uma vez os mercados a flutuar entre “sell-offs” de pânico e comícios de histeria, quase diariamente. Os mercados podem cair entre 40 a 50% ou mais.

O presidente Trump provavelmente teria que declarar lei marcial. Voltaria então a imprimir mais moeda, para pagamentos de empréstimos, alugueres e pagamento de hipotecas, e os serviços públicos teriam que ser suspensos por 30 a 90 dias.

Praticamente todas as famílias precisariam de assistência financeira.

O Fed (Reserva Federal e o Tesouro dos Estados Unidos) vai precisar de fornecer linhas de crédito praticamente ilimitadas para bancos, corretores, companhias aéreas, redes hoteleiras, serviços públicos, etc.

Será uma impressão de moeda massiva!

Antes de entrarmos na inflação, e depois na hiperinflação, vamos passar por uma fase de deflação, devido à contração da economia, pois as pessoas com medo e deixam de gastar dinheiro, e o mesmo deixa de circular. Isto vai fazer com que a economia pare e os preços caiam.

Como os bancos centrais não querem isso, vão continuar a imprimir helicópteros de moeda para estimular as economias mundiais, inundando o marcado com tanta moeda que acaba por criar uma situação de inflação, seguida por uma hiperinflação.

Os governos nunca param de imprimir moeda, pondo a mesma em circulação. Portanto, os preços continuam a subir. Não porque os produtos que tentamos comprar estão a mudar, os imóveis não mudam. O que mudou é o valor da moeda que utilizamos para comprar esses bens e serviços, que baixa devido à constante entrada de mais moeda em circulação. 

Basta olharmos para o caso da Venezuela e perceber o que aí vem.

A história repete-se sempre, com pequenas alterações devido à época em que ocorre o evento, mas o ser humano não aprende com os erros do passado, acabando por fazer sempre os mesmo. Ray Dalio explica bem no seu vídeo “como a máquina da economia funciona“.

Bitcoin e criptomoedas

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O mercado das criptomoedas também sofreu um grande queda principalmente devido a liquidações no mercado de derivados. Esses fundos tiverem que ser liquidados para financiar as perdas que os mesmos estavam a ter nas bolsas.

Depois, foi a histeria coletiva dos pequenos investidores, a temer o pior. Tudo isto fez o mercado das criptomoedas cair em média 50% do seu valor.

Muitos investidores das criptomoedas e principalmente os fundamentalistas da Bitcoin, ficaram muito desiludidos. Acreditava-se que a Bitcoin não iria sofrer esta quebra, devido a ser um activo que não depende de bancos nem terceiros, e por ser uma economia aberta que é de todos.

Estes fundamentalistas da Bitcoin estão a esquecer que há cerca de 2 anos tem vindo a pedir entrada de investimento das instituições para dar liquidez ao mercado, e para eles poderem ficar milionários mais rapidamente.

Estes investimentos no mercado das criptomoedas só vierem retirar os fundamentos para qual a Bitcoin foi criada, que é de ser fácil transaccionar globalmente, sem fronteiras, descentralizado, impossível de forjar, falsificar e uma forma de dinheiro acessível a todos.

A Bitcoin foi criada a seguir a crise de 2008 para fugir dos mercados financeiros actuais que estão numa bolha especulativa dos derivados. ETF’s, future, etc. Para termos um mercado público, que é de todos, e que não vive da especulação e do controlo pouco claro da “Wall Street” e bancos centrais.

Ao tentarem transformar o mercado das criptomoedas uma segunda Wall Street, para entrarem mais investidores, fizeram com que o mesmo fosse negociado como um mercado bolsista. Como o mercado das criptomoedas é especulativo, neste momento quem está a lucrar mais não é o comum investidor, que investe porque acredita na tecnologia e na liberdade de controlar o seu dinheiro. Mas sim, os detentores das plataformas de derivados, como as transacções em “Future” que manipulam um mercado sem liquidez.

Os fundamentos da Bitcoin continuam intactos, as pessoas, é que, na sua natureza animal, da ganância e destruição do próximo, tem vindo a minar a maior invenção da última década.

A Bitcoin continua a ser uma das melhores opções para guardar o seu dinheiro e fugir ao capitalismo em vias de extinção. Com as taxas de juro a 0%, e em alguns países até em valores negativos, e injeção massiva de dinheiro no mercado, neste momento há poucos ativos que permitem não perder dinheiro.

O ouro e prata são, desde tempos imemoriais, dois dos melhores ativos para quando é necessário guardar riqueza. Têm provado ao longo dos anos que são das melhores reservas de valor.

Agora chegou a Bitcoin!

Bitcoin é o novo tipo de dinheiro digital descentralizado que pode ser comprado, vendido ou transferido com segurança entre pessoas, pela Internet. As transações são efetuadas de pessoa para pessoa, pela Internet, sem a necessidade de se utilizar um banco ou intermediário.

As transações em Bitcoin podem demorar apenas segundos ou minutos, para todo o mundo. Não dependem da autorização de um banco ou entidade reguladora, e as taxas de transacção são muito baixas.

Pode ser utilizado em qualquer país, sem necessidade de conversão de moeda. Para criar uma conta não tem que passar por todos os processos burocráticos que um banco tradicional exige. Basta instalar uma aplicação designada por “carteira” no seu telemóvel ou computador e já está.

Tem controlo absoluto sobre as suas moedas. Não existe uma terceira pessoa ou entidade que controla as suas moedas. A sua conta não pode ser congelada nem controlada por governos ou bancos.

A Bitcoin é uma moeda descentralizada, e que não é controlada por ninguém, de código aberto e público, ninguém é dono ou controla a Bitcoin e todos podem participar. Tem um limite a 21 milhões de moedas, não sendo possível produzir (imprimir) mais, e por isso, não é sujeito a inflação ou hiperinflação.

A Bitcoin e as criptomoedas estão anos-luz adiantadas em comparação a tecnologia utilizada pelos bancos. Tudo isto permite a cada pessoa ter o controlo total do seu dinheiro. O Dinheiro é 100% seu, só controlado por si.

Como o ouro e a prata, a Bitcoin também consegue ser uma reserva de valor. Não sendo o objectivo deste texto argumentar qual a melhor solução, todas tem o seu valor e são óptimas para guardar o seu dinheiro.

Comparando as criptomoedas com o ouro e prata, há argumentos válidos, de ambas as partes, para qual a melhor solução. Vamos só apresentar alguns deles:

Os defensores do ouro e prata dizem que é melhor porque é algo físico, que é a reserva de valor há mais de 5000 anos e que Bitcoin não tem provas dadas. E como não é algo físico, não pode ser considerado uma reserva de valor…

Os defensores da Bitcoin dizem que é mais fácil de guardar, não requer espaço para armazenar, e é mais fácil e simples de utilizar e transaccionar. E não pode ser confiscado pelo governo, ao contrário do ouro e prata como já aconteceu no passado.

Para muitos, a Bitcoin é a maior invenção do último século a seguir a Internet. Num mundo cada vez mais digital, só faltava o dinheiro da Internet. Um novo sistema monetário para um novo mundo digital. Hoje temos o mundo nas nossas mãos.

Literalmente fazemos tudo com o nosso telemóvel. Mas, até a data, não tivemos uma economia focada ou que tivesse acompanhado essa evolução.

Vivíamos no passado, com um sistema monetário velho, centralizados e ultrapassado, que não acompanhou a evolução da Internet.

Desde a sua criação, a Bitcoin é o activo com a maior taxa de retorno sobre o investimento.

Se tivesse investido em Bitcoin em 2011, teria recebido um retorno do investimento (ROI) de 250.000%. Ou seja, se tivesse investido apenas 2 dólares em 2011, teria agora 500 mil. O desempenho da Bitcoin foi superior a todas as outras classes de ativos.

Bitcoin e criptomoedas são o presente e vão ser o futuro.

Conclusão

Capitalismo vai passar por grande mudança. O mundo está a caminhar para uma grande mudança de paradigma. O Mundo ficou louco e o sistema global está falido.

O dinheiro é essencialmente grátis para quem tem dinheiro e credibilidade financeira, mas está indisponível para aqueles que não o têm, o que contribui para o aumento das desigualdades de riqueza e de oportunidades. Estes desequilíbrios são também alimentados pelos avanços tecnológicos, que têm excitado investidores e empreendedores e que permite substituir trabalhadores por máquinas.

O que vem a seguir, é que o mundo vai ter a necessidade de um novo sistema monetário, ainda nesta década. Vamos experienciar este enorme e súbito colapso deflacionista em todo o mundo.

O mundo provavelmente acabará em algum novo sistema monetário, possivelmente após o governo tentar imprimir (criar mais moeda) a sua saída, causando uma hiperinflação em todas as moedas mundiais. Isso vai acabar por fazer com que as pessoas percam a confiança no sistema. E vai fazer com que as pessoas retornem ao que foi, ao longo da história, um porto seguro: o ouro, a prata, e agora a Bitcoin.

Estamos perante uma nova revolução financeira, e quando acontecer, quem estiver preparado vai estar envolvido na transferência de riqueza. As pessoas que guardam a sua “moeda de papel” sem o terem em dinheiro (ouro, prata ou Bitcoin) não estão preparadas, e vão perder tudo o que tem…

VAI SER A MORTE DO DÓLAR AMERICANO COMO RESERVA MUNDIAL!

Um novo sistema monetário vai nascer, mas só quando o actual acabar. Pode ser o retorno ao “Gold Standard“, ou uma junção de nações e a criação de uma moeda global, ou mesmo alguma criptomoeda como a Bitcoin. Ninguém sabe, mas o que sabemos é que este sistema está quebrado e que não tem futuro. E neste momento, as classes de activos mais seguros para guardar o seu dinheiro são ouro prata e a Bitcoin.

Aviso Legal:

Esta informação não deve ser interpretada como um endosso de criptomoedas ou qualquer serviço, ou oferta específica. Não é uma recomendação para negociar. Criptomoedas são especulativas, complexas e envolvem riscos significativos – são altamente voláteis e sensíveis. Investimentos são imprevisíveis e o desempenho do passado não é garantia para futuros ganhos. Considere fazer as suas próprias pesquisas e obtenha o seu próprio juízo de valor antes de confiar nessa informação.

Isto não é conselho para investimento, CryptoPedro não é consultor financeiro. São simplesmente as próprias opiniões, como tal, isto não deve ser tratado como conselho financeiro, de negociação ou de investimento.

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