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BLOCKCHAIN

O que são redes sociais descentralizadas?

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Redes Sociais descentralizadas oferecem mais liberdade de expressão, funcionam sem a apropriação de dados e fornecem um modelo livre e sem censura.

Estamos a presenciar no mundo inteiro um ataque à liberdade de expressão e privacidade das grandes redes sociais.

O YouTube ultimamente tem vindo a desenvolver ataques a muitos criadores de conteúdos. Censura vídeos sobre Bitcoin, criptomoedas e recentemente o coronavírus. Removendo ou desmonetizando os mesmo.

A empresa defende-se a dizer que esses vídeos se enquadram em “tópicos sensíveis”, mas sem especificar o que foi dito ou apresentado que vai contra as “normas” da rede social.

Facebook que no ano passado sofreu nova fuga de dados expondo milhões de pessoas, também censurou conteúdos sobre criptomoedas.

A própria Google Igualmente tem vindo a condenar assuntos relacionados com critpo.

Se o leitor fizer uma pesquisa, rapidamente vai encontrar muitos criadores de conteúdos e famosos a criticar a falta de liberdade de expressão e que os seus tópicos estão a ser censurados sem uma justificação clara. Recentemente foi o próprio Trump a comentar sobre a sua conta do Twitter.

Com isto, as pessoas estão a ficar fartas e consequentemente andam à procura de soluções para oferecer assuntos que permitam expressar as suas ideologias, convicções e ensinamentos para quem os segue sem terem que se preocupar com a interdição dos seus conteúdos.

Livrar-se de preconceito e supervisão centralizados

Facebook, YouTube, Twitter e Google são redes que podem ser censuradas pelo governo e têm viés de algoritmo nas suas plataformas. Essas empresas têm controlo sobre onde direcionar os consumidores nas suas plataformas.

Todas as suas interações passam pelos servidores de uma única empresa que é chamado de modelo cliente-servidor.

O Blockchain pode eliminar preconceitos e supervisão centralizados (intermediários), retornando as redes sociais às interações de pessoa para pessoa. Isso permite tornar as redes sociais altamente transparentes.

Uma rede social descentralizada não tem um servidor central para toda a rede, e cada utilizador vai supervisionar a gestão dos seus conteúdos, utilizando a tecnologia ‘blockchain’, e a decisão de introduzir novos recursos no Blockchain é tomada pelo consenso e não por uma autoridade central.

Vamos remover o intermediários

Estas plataformas que conhecemos e que utilizamos hoje, oferecem acesso gratuito porque conseguiram criar um modelo de negócio muito inteligente e lucrativo. Nesse sistema, o consumidor torna-se o produto, pois as redes sociais ganham dinheiro com os seus dados.

O utilizador disponibiliza a sua informação pessoal, e essas redes sociais vendem espaços de publicidade dentro do seu perfil a outras empresas. Como essas plataformas recolhem cada vez mais informações sobre a sua vida e hábitos, torna-se fácil direccionar o que pode ver ou consumir. Fazendo o utilizador pensar que a escolha é sua, mas não é!

Como resultado, os consumidores tem sido vítimas de anúncios fraudulentos e ataques de ‘malware’. Muitos consumidores foram forçados a utilizar bloqueadores de anúncios porque não podem mais confiar nos anúncios que são exibidos.

Essa entrega irrelevante de anúncios, acaba por não ser visualizada adequadamente e simplesmente não cumprindo a sua finalidade.

Blockchain cria uma conexão direta entre a empresa e o consumidor. A expectativa é que essa conexão resulte em mais privacidade, já que os consumidores terão agora a liberdade de escolher quais os negócios que podem ter acesso aos seus dados.

Com a ‘blockchain’, esses profissionais de ‘marketing’ poderão validar os seus próprios dados e não terão a necessidade de utilizar um intermediário. Permitindo os seus anúncios irem direto para a fonte e pagarem aos consumidores em vez dos intermediários.

Utilizar as criptomoedas como incentivo

As criptomoedas podem ser introduzidas nas interações ‘online’ de uma rede social descentralizada desenvolvida em ‘blockchain’. Com a remoção de intermediários e a respectiva venda de informações dos utilizadores a terceiros, alguém tem que pagar para manter o ‘blockchain’ a funcionar.

Uma das soluções encontradas é criar um sistema que oferece criptomoedas como um incentivo.

Quando um criador, pública algo, é feita uma entrada no ‘blockchain’ da rede social. Pode pensar nisso como um anúncio: – olá pessoal, publiquei um vídeo, aqui estão algumas informações sobre ele e instruções de como ver ou transferir da rede de pessoa para pessoa.

Pelas mesmas razões que ninguém pode impedir que uma transação de Bitcoin ocorra, ninguém pode impedir que uma transação (como uma publicação ou um comentário) apareça na ‘blockchain’ de uma rede social descentralizada.

Com as redes sócias descentralizadas, os criadores de conteúdos podem perguntar aos consumidores se eles gostariam de partilhar os seus dados com as empresas em troca de criptomoeda.

Ao criar um incentivo financeiro para os utilizadores interagirem com o conteúdo, as plataformas podem fornecer outro motivo para o retorno dos utilizadores.

Levando essa troca um passo a frente, as plataformas podem oferecer mais criptomoedas para conteúdos de alta qualidade. Por sua vez, isso pode melhorar a qualidade geral de uma rede social.

Como as transações são rápidas e seguras quando utiliza a ‘blockchain’. Uma rede social baseada em criptomoedas pode permitir mais maneiras de pagar ao criador de conteúdos, sem a necessidade de um intermediário.

Apresentamos em outra publicação algumas das redes sociais existentes no mercado e para que servem. Vamos todos começar a utilizar redes sociais descentralizadas. Só nós podemos fazer mudanças. Comesse já!

Conclusão

Estamos a sofrer um ataque à liberdade de expressão como nunca visto, ainda não foi possível perceber o motivo maior, mas algo se passa que nos quer calar. Depende de nós, escolher estas plataformas que nos tentam calar ou escolher plataformas que nos deixam voar e sonhar.

Os criadores são compensados de forma justa e direta em criptomoedas pela criação de conteúdo valioso. O pagamento vai para o criador, e não para a plataforma.

Até agora os profissionais de ‘marketing’ das redes sociais confiaram em ferramentas de terceiros (Facebook, YouTube, Google, etc.) para “validar” os seus dados. Podemos mudar isso.

Amanha é outro dia, e nesse dia a sua liberdade de expressão pode estar censurada. Não acredita? Basta olhar para o que está acontecer pelo mundo inteiro por causa do vírus…

A nossa liberdade está em causa, para a não perder, basta um simples gesto.

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Esta informação não deve ser interpretada como um endosso de criptomoedas ou qualquer serviço, ou oferta específica. Não é uma recomendação para negociar. Criptomoedas são especulativas, complexas e envolvem riscos significativos – são altamente voláteis e sensíveis. Investimentos são imprevisíveis e o desempenho do passado não é garantia para futuros ganhos. Considere fazer as suas próprias pesquisas e obtenha o seu próprio juízo de valor antes de confiar nessa informação.

Isto não é conselho para investimento, CryptoPedro não é consultor financeiro. São simplesmente as próprias opiniões, como tal, isto não deve ser tratado como conselho financeiro, de negociação ou de investimento.

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CryptoPedro não é consultor financeiro e isto não conselhos financeiros. CryptoPedro é apenas um ‘blog’ humilde com uma grande paixão pelo mercado das criptomoedas.

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2 Comments

2 Comments

  1. Crypto Pedro

    May 31, 2020 at 5:42 pm

    olá Nuno,

    obrigado pelo seu comentário.
    Sim, existem e bastantes.
    Estou a terminar o post com as mais importantes.
    Será lançado no início desta semana.

    Bom fim de semana
    Crypto Pedro

  2. Nuno

    May 28, 2020 at 5:50 pm

    Olá boa tarde,

    Bom artigo, parabéns.

    Mas já existem redes sociais desse género?

    Quais são?

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