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BITCOIN

Qual é o valor fundamental da Bitcoin?

Como avaliar a Bitcoin, e o seu valor fundamental e qual a sua relação com o futuro do dinheiro digital.

Qual é o valor fundamental do Bitcoin?

Bitcoin não possui nenhum ativo, fluxo de caixa, custo de produção ou procura pelo consumidor final, como a base tradicional da maioria das técnicas de avaliação de ativos.

A avaliação do Bitcoin é diferente e pode ser analisado de uma maneira muito simples. O mercado encontra um preço baseado na oferta e na procura e enquanto existirem mais pessoas a querer comprar Bitcoin que a vender, o preço sobe ou vice-versa.

Photo by rawpixel.com from Pexels

O Bitcoin tem um valor intrínseco porque permite que as pessoas realizassem transações antes impossíveis, de pessoa para pessoa sem a necessidade de uma empresa ou entidade como intermediário.

O Bitcoin oferece um meio eficiente de transferir dinheiro de pessoa para pessoa, é controlado por uma rede descentralizada ( blockchain ) com um conjunto transparente de regras, apresentando assim uma alternativa as moedas fiduciárias controladas pelos bancos centrais.

Bitcoin tem um valor fixo. Só existe 21 milhões de moedas, este será o número máximo de Bitcoin que podem ser criadas.

A capitalização de mercado ( market caps ) da Bitcoin é calculada pela multiplicação da Circulação de moedas ( Circulation Supply ) pelo seu preço (actual).

A capitalização de mercado representa o valor total estimado de uma empresa, ou uma criptomoeda neste caso. Um valor de mercado é calculado da seguinte forma:

(Price per coin) x (total supply available) = Market Cap

Procura por moeda digital

90% de todas as moedas hoje são virtuais. São criadas quando alguém pede um empréstimo ou utiliza um cartão de crédito e doravante vive num banco – até que a dívida seja paga.

A tendência crescente de moeda digital para efectuar transacções ou pagamentos é compreensível ao contrário da moeda física. A moeda física tem a propriedade chata de que precisa estar no mesmo local para trocá-la. Pode ser roubada e cria vários problemas na sua utilização diária. A maioria de nós também é “pago” digitalmente pelo trabalho que faz.

Os países que abandonaram a utilização da moeda física são chamados de “sem moeda”. Pode acontecer sem coerção, como na Suécia. Outros países como a Índia, o governo desmonetizou notas de denominações maiores. Na China, os pagamentos digitais servem como uma ferramenta de controlo social e a espinha dorsal de um novo sistema de crédito social (WeChat).

Bancos centrais em todo o mundo, estão fascinados com a ideia de taxas de juros negativas – o último santo graal do controlo monetário. Numa sociedade sem “dinheiro”, eles podem taxar diretamente as contas bancárias das pessoas para desincentivar a poupança e incentivar os “gastos agregados” na forma de consumo e investimento.

Os pagamentos digitais são altamente eficientes e convenientes, mas não são “dinheiro” quando se trata das propriedades às quais os nossos pais estavam acostumados*. É uma nova forma de moeda digital que faz compensações muito concretas. Os pagamentos digitais recebem os seus ganhos de eficiência ao incluir um intermediário, em todas as transações que mantêm um registo central que pode ser atualizado com mais facilidade quando solicitado. Esse acordo não vem sem inconvenientes: o intermediário monitoriza toda a atividade financeira, pode recusar transações com as quais não concorda ou até mesmo confiscar fundos.

O “dinheiro”, por outro lado, pode ser trocado entre pessoas ( peer-to-peer ) sem a necessidade de um intermediário. As transações são sem permissão, privadas e instantâneas (ninguém pode reverter após a troca).

À medida que a nossa dependência de intermediários financeiros cresce, aumenta também a importância de quem os controla. Hoje, um pequeno número de empresas de pagamento tem um impacto desproporcionalmente grande para definir o que é aceitável online e o que as empresas devem ter permissão para operar. O “dinheiro” é a alma da economia – alguém que é privado pelos intermediários de utilizar algo que é seu e não consegue efectuar pagamentos perde a autonomia e quase qualquer hipótese de gerir os seus negócios ou finanças pessoais.

Nota importante:

Fizemos referência vrias vezes ao “dinheiro” entre aspas intencionalmente.

Existe uma diferença entre “moeda” e “dinheiro”.

Moeda

  • É um meio de troca
  • Uma unidade de conta
  • Portável
  • Durável
  • Divisivel
  • Fungível

Dinheiro

Tem tudo o que a Moeda tem, mas acrescentando que é, uma reserva de valore também é limitada.

Conclusão

Bitcoin com todas as provas dadas é uma boa reserva de valor como o ouro e a prata. Tendo vantagens sobre estas ultimas, como exemplo de facilidade em transaccionar. Dinheiro é, e deve ser uma reserva de valor e deve manter o seu poder de compra ao longo de grandes períodos de tempo.

Ao contrário das moedas fiduciárias (Euro, dólar, yuan, etc.) que são impressas do nada, não tem limite para a sua criação e todas elas ao longo dos anos tiveram uma taxa de 0% de sucesso. Acabam por não valer nada. Como exemplo o caso mais recente a Venezuela…

Dinheiro é e deve ser uma reserva de valor e manter o seu poder de compra ao longo de grandes períodos.

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Isto não é conselho para investimento, CryptoPedro não é consultor financeiro. São simplesmente as próprias opiniões, como tal, isto não deve ser tratado como conselho financeiro, de negociação ou de investimento.

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